Um comerciante foi humilhado, torturado e agredido por dois homens durante uma hora e meia dentro do Bar e Mercearia Souza Gatto, na Rua Roberto Schumann, no Jardim América, Zona Norte da cidade, na madrugada desta segunda-feira. Policiais do Grupo de Ações Táticas do 16º BPM (Olaria) negociaram a rendição no momento em que um dos assaltantes ameaçava incendiar a vítima, que foi obrigada a ficar nua e teve o corpo coberto por álcool.
Ademilson Alves de Souza, de 49 anos, disse que se preparava para fechar o bar quando foi surpreendido por dois homens, um deles armados com pistola 9mm. Mesmo sem esboçar nenhuma reação, o comerciante levou uma coronhada na cabeça de Nilson Jean Amorim da Silva, 22, que mora na Favela do Dique, no Jardim América, a menos de dois quilômetros do bar. O comparsa Luiz Henrique de Jesus Roque, 20, também é morador do bairro.
"Pensei que ia morrer. Eles mandaram tirar a minha roupa e jogaram álcool no meu corpo todo. Eles queriam mais dinheiro. O tempo todo pediam mais dinheiro, mas só havia R$ 259 no caixa. Ameaçaram ir na minha casa, onde eles achavam que tinha R$ 2 mil. A cada movimento deles, eu ficava mais aterrorizado. Sou casado e tenho dois filhos. Só faltava eles irem lá em casa e fazerem minha família de refém como fizeram comigo", desabafou Adelmilson após ser socorrido no Hospital Getulio Vargas, na Penha.
Nilson Jean e Luiz Henrique foram reconhecidos pelo comerciante como clientes do bar. "Volta e meia eles apareciam lá. Não tinham intimidade comigo, mas fiquei ainda mais assustado por se tratar de gente do meu bairro. Em 25 anos de trabalho neste bar, nunca imaginei que pessoas, quase vizinhas, pudessem fazer o que fizeram. Agora que passou o susto, não vejo a hora de abraçar a minha família e agradecer a Deus", comentou o comerciante.
Os policiais do Grupo de Ações Táticas (GAT) do 16º BPM foram avisados por um pedestre sobre o assalto no bar. Três patrulhas com 12 PMs foram deslocadas até o estabelecimento, que já estava fechado. Os PMs cercaram o imóvel para evitar fuga pelos fundos e surpreenderam Luiz Henrique de Jesus Roque que saiu para encontrar um terceiro integrante da quadrilha que deveria estar do lado de fora. "Seria um Santana vermelho pelo que disseram, mas não avistamos", contou o sargento Jorge, do 16º BPM.
Mesmo cercado pelos policiais, Nilson Jean voltou a ameaçar o comerciante. "Ele mandou eu tomar cuidado e disse que não tinha medo de polícia", disse Ademilson, que passou boa parte do tempo com a arma apontada para a sua cabeça. Com apenas um dos assaltantes dentro do bar, os policiais começaram a negociação que levou cerca de 30 minutos. "Não foi difícil convencê-lo porque o outro já estava preso e ameaçamos chamar os pais deles, afinal eles são locais", comentou o sargento Jorge.
Na 22ª DP (Penha), onde o caso foi registrado, o delegado de plantão Rafael Ferrão informou que os dois vão ser autuados por roubo qualificado com uma série de agravantes, o que pode estender a pena para 15 anos de prisão. "Caso fique configurada a tentativa de homicído, aí será mais um crime cometido pela dupla", explicou ele. Os policiais apreenderam uma pistola 9mm e 25 munições em poder dos assaltantes, que foram transferidos na manhã desta segunda-feira para a Polinter.
Ademilson Alves de Souza, de 49 anos, disse que se preparava para fechar o bar quando foi surpreendido por dois homens, um deles armados com pistola 9mm. Mesmo sem esboçar nenhuma reação, o comerciante levou uma coronhada na cabeça de Nilson Jean Amorim da Silva, 22, que mora na Favela do Dique, no Jardim América, a menos de dois quilômetros do bar. O comparsa Luiz Henrique de Jesus Roque, 20, também é morador do bairro.
"Pensei que ia morrer. Eles mandaram tirar a minha roupa e jogaram álcool no meu corpo todo. Eles queriam mais dinheiro. O tempo todo pediam mais dinheiro, mas só havia R$ 259 no caixa. Ameaçaram ir na minha casa, onde eles achavam que tinha R$ 2 mil. A cada movimento deles, eu ficava mais aterrorizado. Sou casado e tenho dois filhos. Só faltava eles irem lá em casa e fazerem minha família de refém como fizeram comigo", desabafou Adelmilson após ser socorrido no Hospital Getulio Vargas, na Penha.
Nilson Jean e Luiz Henrique foram reconhecidos pelo comerciante como clientes do bar. "Volta e meia eles apareciam lá. Não tinham intimidade comigo, mas fiquei ainda mais assustado por se tratar de gente do meu bairro. Em 25 anos de trabalho neste bar, nunca imaginei que pessoas, quase vizinhas, pudessem fazer o que fizeram. Agora que passou o susto, não vejo a hora de abraçar a minha família e agradecer a Deus", comentou o comerciante.
Os policiais do Grupo de Ações Táticas (GAT) do 16º BPM foram avisados por um pedestre sobre o assalto no bar. Três patrulhas com 12 PMs foram deslocadas até o estabelecimento, que já estava fechado. Os PMs cercaram o imóvel para evitar fuga pelos fundos e surpreenderam Luiz Henrique de Jesus Roque que saiu para encontrar um terceiro integrante da quadrilha que deveria estar do lado de fora. "Seria um Santana vermelho pelo que disseram, mas não avistamos", contou o sargento Jorge, do 16º BPM.
Mesmo cercado pelos policiais, Nilson Jean voltou a ameaçar o comerciante. "Ele mandou eu tomar cuidado e disse que não tinha medo de polícia", disse Ademilson, que passou boa parte do tempo com a arma apontada para a sua cabeça. Com apenas um dos assaltantes dentro do bar, os policiais começaram a negociação que levou cerca de 30 minutos. "Não foi difícil convencê-lo porque o outro já estava preso e ameaçamos chamar os pais deles, afinal eles são locais", comentou o sargento Jorge.
Na 22ª DP (Penha), onde o caso foi registrado, o delegado de plantão Rafael Ferrão informou que os dois vão ser autuados por roubo qualificado com uma série de agravantes, o que pode estender a pena para 15 anos de prisão. "Caso fique configurada a tentativa de homicído, aí será mais um crime cometido pela dupla", explicou ele. Os policiais apreenderam uma pistola 9mm e 25 munições em poder dos assaltantes, que foram transferidos na manhã desta segunda-feira para a Polinter.
Fonte: Jornal O Dia
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